Kerygma

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MATUES 28:18-20
A GRANDE COMISSÃO

Muito se tem escrito sobre a necessidade do cumprimento da ordem do Senhor Jesus para que a sua igreja cumpra na face da terra. A discussão que muitas vezes se levanta é se a principal missão da igreja é adoração ou a necessidade de cumprir a grande comissão. Parece que a MISSÃO deixa de existir, quando se pensa que uma sem a outra perde o valor; pois não há melhor forma de adorar do que servir ao Senhor da igreja. A grande comissão deve ser enxergada como um ato de adoração.

A Bíblia mostra que Jesus veio ao mundo com propósitos específicos; Lucas declara: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (19.10)
Nosso texto relata um episódio muito especial em que Jesus, momentos antes de Sua subida aos céus, reuniu pela última vez os seus díscipulos e estabeleceu Seu mandamento final: “A GRANDE COMISSÃO“. O propósito para Sua igreja, a grandiosa tarefa em que os seus díscipulos deveriam empenhar-se por cumprir. Os Seus deveriam estar cumprindo o propósito para o qual viera ao mundo.
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”.

Jesus menciona a sua autoridade e poder, adquiridos pela Sua obediência ao propósito de Deus (Hb 5.8). E esta obediência foi até a morte, pois Ele se tornou “obediente até a morte, e morte de cruz” (Fp 2.8).
Revestido agora de autoridade, Jesus comissiona os Seus discípulos para cumprirem uma ordem, que define duas tarefas básicas a serem realizadas.
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado“.

A tarefa é dupla. Muitos cristãos interpretam erroneamente esta ordem, mudando o significado do texto; pois entendem: “ide e fazei convidados”, outros entendem: “ide e fazei convencidos”, ou ainda: “ide e fazei convertidos”.
Mas a ordem é clara: “ide e fazei díscipulos“. Fazer díscipulos significa ensinar a alcançar outras pessoas com o Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo e ensinálas a obedecer tudo o que Jesus ensinou, inclusive o ide. Portanto o díscipulado é um processo dinâmico, e que, sem dúvida, trará o fortalecimento da igreja.
“… E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século“.

A ordem do Senhor é encerrada com a promessa da sua presença contínua até a consumação dos séculos. Esta é a grande garantia de que, estando-se no centro de Sua vontade, cumprindo-se o seu propósito, a Sua presença está garantida, como também o Seu poder e a Sua autoridade.
O Senhor havia passado cerca de três anos ensinando e capacitando os seus discípulos para a obra do ministério; agora era o momento de partir, de deixá-los sozinhos; mas, deixá-los sem uma palavra de esperança, de conforto, não seria muito estimulante. Jesus deixou-os com Seu “último desejo”, mas, também, prometeu a Sua presença contínua.
Por isso não há melhor forma de adorar do que servir ao Senhor da igreja, pois estando no centro da vontade de Deus, temos a promessa contínua de sua companhia. Não existe melhor forma de experimentar a Deus do que Servindo-o.
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
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“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (João 4.23).
Adorar a Deus requer uma aproximação do Senhor para adorá-lo, deixando a vida pecaminosa considerando a sua revelação e vontade, buscando em sua Palavra os padrões para a adoração. Deus só se alegrará com aqueles que correspondem às suas exigências. Em Gênesis, adão caiu quando deixou de adorar a Deus. Em apocalipse, toda a história termina com um culto de adoração eterna na presença do nosso glorioso Deus.

Adoração vai muito além daquilo que imaginamos. Uma certa criança, ao ver um grande anúncio à entrada de uma cidade, convidando as pessoas a cultuarem na igreja de sua escolha, perguntou ao seu pai: “O que significa cultuar?” O pai respondeu-lhe: “Significa ir à igreja e escutar o sermão do pregador”. Provavelmente a maioria dos membros das nossas igrejas responderia de modo semelhante.

Em certa ocasião os fariseus e escribas acusaram os discípulos de Jesus de não cumprirem a tradição dos anciãos. Jesus então respondeu-lhes citando (Isaías 29.13). “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens (Marcos 7.6-7)”. Jesus mencionou que os judeus religiosos ofereciam ao Senhor culto que não o agradava.

A adoração, é antes de tudo uma atitude do coração. É a ocupação reverente do coração, uma meditação profunda sobre a grandeza e a dignidade de Deus. É um sentimento interior de profundo respeito pelo Todo-Poderoso.

A adoração é um extravamento destes pensamentos e emoções, os quais fluem espontaneamente. O nosso cálice, como o de Davi transborda (Salmo 23.5b);O salmista disse o seguinte: “Tu és o meu Senhor outro bem não possuo senão a ti somente” (Salmo 16.2). Que venhamos honar o Senhor com tudo o que temos e o que somos. Que Deus nos abençoe.

publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza

Bíbliografia: ADORAÇÃO BÍBLICA por Dr. Russel P. Shedd


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