Kerygma

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MATUES 28:18-20
A GRANDE COMISSÃO

Muito se tem escrito sobre a necessidade do cumprimento da ordem do Senhor Jesus para que a sua igreja cumpra na face da terra. A discussão que muitas vezes se levanta é se a principal missão da igreja é adoração ou a necessidade de cumprir a grande comissão. Parece que a MISSÃO deixa de existir, quando se pensa que uma sem a outra perde o valor; pois não há melhor forma de adorar do que servir ao Senhor da igreja. A grande comissão deve ser enxergada como um ato de adoração.

A Bíblia mostra que Jesus veio ao mundo com propósitos específicos; Lucas declara: “Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido” (19.10)
Nosso texto relata um episódio muito especial em que Jesus, momentos antes de Sua subida aos céus, reuniu pela última vez os seus díscipulos e estabeleceu Seu mandamento final: “A GRANDE COMISSÃO“. O propósito para Sua igreja, a grandiosa tarefa em que os seus díscipulos deveriam empenhar-se por cumprir. Os Seus deveriam estar cumprindo o propósito para o qual viera ao mundo.
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”.

Jesus menciona a sua autoridade e poder, adquiridos pela Sua obediência ao propósito de Deus (Hb 5.8). E esta obediência foi até a morte, pois Ele se tornou “obediente até a morte, e morte de cruz” (Fp 2.8).
Revestido agora de autoridade, Jesus comissiona os Seus discípulos para cumprirem uma ordem, que define duas tarefas básicas a serem realizadas.
Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado“.

A tarefa é dupla. Muitos cristãos interpretam erroneamente esta ordem, mudando o significado do texto; pois entendem: “ide e fazei convidados”, outros entendem: “ide e fazei convencidos”, ou ainda: “ide e fazei convertidos”.
Mas a ordem é clara: “ide e fazei díscipulos“. Fazer díscipulos significa ensinar a alcançar outras pessoas com o Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo e ensinálas a obedecer tudo o que Jesus ensinou, inclusive o ide. Portanto o díscipulado é um processo dinâmico, e que, sem dúvida, trará o fortalecimento da igreja.
“… E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século“.

A ordem do Senhor é encerrada com a promessa da sua presença contínua até a consumação dos séculos. Esta é a grande garantia de que, estando-se no centro de Sua vontade, cumprindo-se o seu propósito, a Sua presença está garantida, como também o Seu poder e a Sua autoridade.
O Senhor havia passado cerca de três anos ensinando e capacitando os seus discípulos para a obra do ministério; agora era o momento de partir, de deixá-los sozinhos; mas, deixá-los sem uma palavra de esperança, de conforto, não seria muito estimulante. Jesus deixou-os com Seu “último desejo”, mas, também, prometeu a Sua presença contínua.
Por isso não há melhor forma de adorar do que servir ao Senhor da igreja, pois estando no centro da vontade de Deus, temos a promessa contínua de sua companhia. Não existe melhor forma de experimentar a Deus do que Servindo-o.
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
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UM DIA VOCÊ E EU COMPARECEREMOS PERANTE DEUS
Você consegue pensar em algo mais sério do que isto? Não pense, nem por um momento, que você poderá evitar este encontro. Deus já nos avisou “. . . Aos homens esta ordenado MORREREM UMA VEZ, vindo depois disto O JUIZO” (Hebreus 9:27). Quão horrível será aquele dia para aqueles que tiverem rejeitado o Senhor Jesus Cristo! “Como escaparemos NÓS, se não atentarmos para uma tão grande salvação …” (Hebreus 2:3). Observe cuidadosamente como você pode preparar-se para se encontrar com Deus.

NINGUÉM É JUSTO

Aqui está a maneira como Deus vê a raça humana: “Como está escrito: NÃO HÁ UM JUSTO, nenhum sequer” (Romanos 3:10). NENHUM! “Porque TODOS PECARAM e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:23). Caro amigo, ninguém procura um médico até perceber que está doente, e ninguém busca o Salvador até perceber que é um pecador. Você está pronto para ADMITIR PARA DEUS E PARA VOCÊ MESMO que VOCÊ é um PECADOR perante a vista de um Deus santo?

OS INJUSTOS NÃO PODEM IR PARA O CÉU

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?” (I Coríntios 6:9). “Os ímpios serão lançados no inferno, e todas a nações que se esquecem de Deus.” (Salmos 9:17). Não há NENHUMA MANEIRA através pela qual você possa entrar no céu divino, até que alguma coisa seja feita a respeito do seu pecado.

VOCÊ NÃO PODE CRIAR A SUA PRÓPRIA JUSTIÇA

“Porquanto, não conhecendo a JUSTIÇA DE DEUS, e procurando estabelecer a SUA PRÓPRIA JUSTIÇA, não se sujeitaram à JUSTIÇA DE DEUS.” (Romanos 10:13).
Caro amigo ser membro de uma igreja, ser batizado, ajudar aos pobres, viver uma vida moralmente correta, não pode torna-lo justo perante Deus.
VOCÊ PODE SER JUSTO ATRAVÉS DE JESUS

“Aquele (Deus) que não conheceu o pecado, o fez (Jesus) pecado por nós; para que NELE FÔSSEMOS feitos justiça de Deus.” (II Coríntios 5:21). “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o JUSTO pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado (tornado vivo) pelo Espírito.” (I Pedro 3:18). Como Deus nos ama! Ele permitiu o Seu próprio Filho ser crucificado em uma cruz tão cruel, para que fôssemos salvos.
VOCÊ PODE TER A JUSTIÇADE DEUS AGORA MESMO

“Porque o fim da lei é Cristo para a justiça de TODO AQUELE que CRÊ, a saber, se ccom a tua boca COFESSARES ao Senhor Jesus, e em teu coração CRERES que Deus O ressuscitou dos mortos, serás salvo . . . Porque TODO AQUELE que INVOCAR O NOME DO SENHOR será SALVO.” (Romanos 10:4, 9, 13).

Sua ALMA eterna é uma coisa que você NÃO DEVE PERDER! Não perca nem mais um segundo longe de Jesus Cristo. Ele o AMOU o suficiente para MORRER por você. Ele ESTÁ BATENDO á porta do seu coração neste momento e PEDE PARA ENTRAR. Observe, mais uma vez, a Sua promessa maravilhosa! “POQUE TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DO SENHOR SERÁ SALVO.” AFASTE-SE DO PECADO E RECEBA O SENHOR JESUS CRISTO AGORA MESMO.

LEIA a oração seguinte e depois ABAIXE a sua cabeça e, sinceramente, INVOQUE o nome do Senhor para perdoá-lo e salvá-lo.

“Querido Senhor, confesso que sou um PECADOR CULPADO e que PRECISO SER SALVO. Creio que JESUS MORREU na cruz para PAGAR O MEU DÉBITO COM O PECADO. Por favor, PRDOA OS MEUS PECADOS, ENTRA no MEU CORAÇÃO e SALVA A MINHA ALMA. AGORA MESMO RECEBO JESUS como meu Salvador.”
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza

“Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do SENHOR, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos”. (Esdras 7.10)

Na Bíblia Hebraica Esdras e Neemias formam um só livro. Esdras registra o cumprimento da promessa divina de restaurar Israel à sua terra depois dos 70 anos de cativeiro em Babilônia, conforme foi relatado pelo profeta Jeremias: “Toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos” (25.11). Isto foi conseguido através da ajuda de três monarcas persas (Ciro, Dario e Artaxerxes), bem como de líderes judeus como Zorobabel, Josué, Ageu, Zacarias e Esdras.

O período de restauração começou com a derrota da Babilônia para o monarca persa Ciro, que ordenou a liberação dos judeus em 538 a.C. Cerca de 50.000 pessoas retornaram sob a liderança de Sesbazar (Príncipe judeu nomeado por CIRO) e Zorobabel (governador) e o sumo sacerdote Jesua, lançando em pouco tempo os alicerces do templo, que, no entanto, só viria a ser concluído em 515 a.C., no reinado de Dario.Esdras 1-6 descreve estes acontecimentos.

Os capítulos 7-10 descrevem o retorno de Esdras a Jerusalém, cinqüenta e oito anos após a conclusão do templo em 458 a.C., sob o favor do rei Artaxerxes. É importante que saibamos que Esdras teve um papel muito importante na vida do povo de Israel. Foi o instrumento de Deus para ajudar a trazer um reavivamento espiritual ao seu povo. Ele conduziu o povo no avivamento espiritual que resultou numa renovação da aliança.

Sobretudo o seu testemunho é fundamental para que entendamos as mudanças que aconteceram ao seu redor. Acredito que só conseguiremos mudar as coisas que estão ao nosso redor se isso acontecer primeiramente conosco. Na vida espiritual não é diferente. Nossa vida pode servir de estimulo a outros: “tanto positivamente quanto negativamente”.

A vida de Esdras é um exemplo vivo, que nos constrange a repensarmos como anda nossa espiritualidade. Espiritualidade é vida com Deus. Por isso mudanças significativas só podem acontecer quando “Temos como meta o desejo de buscar a lei do Senhor“.

” Esdras tinha disposto …” No original significa “ser estabelecido”. O tom dessa palavra soa como meta, propósito, objetivo. Esse era o seu ideal de vida!
As mudanças mais significativas em nossas vidas acontecem quando existe desejo no coração. É no íntimo em que as batalhas são travadas. É no íntimo que estabelecemos os rumos e propósitos de nossa caminhada. Em nossa vida com Deus deve haver em nosso íntimo o desejo de se buscar Sua vontade.
É possível sermos bons religiosos e ainda assim ter o coração longe de Deus, como declarou o profeta Isaías: “… este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens …” (Is 29.13).

Mudanças significativas só podem acontecer quando “Existe o desejo no coração de realizar a lei do Senhor“. “… Esdras tinha disposto o coração para […] a cumprir …“.

Literalmente: “realizar”. A vida cristã deve ser assim: “falar o que se vive e viver o que se fala”. A Bíblia têm o poder de afetar profundamente nosso caráter. Quando procuramos é claro, colocá-la em prática. Tiago irmão de Jesus disse o seguinte em sua epístola: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (1.22).
Se existe algo que gera um profundo impacto na vida das pessoas é a nossa vida com Deus. O nosso testemunho. As pessoas precisam de espelho. As pessoas precisam de modelo. As pessoas precisam de incentivo. Se Esdras não tivesse essa disposição de coração, provavelmente não teria tido sucesso em sua missão.
Se existe um trabalho que Deus tem colocado em suas mãos para realizar, será muito mais fácil realizá-lo quando você viver o que Deus revelou na sua vontade preceptiva. Ou seja, em sua lei. Porque minha vida com Deus tem mais poder de influenciar os outros do que minhas palavras.

Mudanças significativas só podem acontecer quando “Existe disposição de coração para o envolvimento com a tarefa que Deus designou a nós“. “Porque Esdras tinha disposto o coração […] para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos“.

Esdras teve consciência de sua missão. Além de ser um ouvinte e diligente praticante, o seu objetivo era ensinar a outros a fazerem o mesmo.
O verso 6, nos diz que ele era um escriba versado. “Os escribas frequentemente eram oficiais do governo (escreviam documentos oficiais), administravam os tesouros do templo, serviam como emissários (espécie de mensageiro) da corte e desempenhavam funções literárias como tomar ditados. Esdras tinha autoridade governamental, mas a sua mais importante qualificação era a de mestre da lei de Deus”.
Não obstante a isso, também nós, temos o mesmo papel. O de se envolver com a missão que Deus deu a igreja. Jesus disse que deveríamos ensinar todas as coisas que ele ensinou: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28.18-20).

Assim como Esdras viveu em um tempo de retorno à comunhão com Deus. Precisamos aprender com ele, que quando, buscamos e vivemos o que aprendemos com a Lei de Deus, o resultado disso nada mais é do que estarmos engajados e comprometidos com a missão. Assim influenciaremos nossa geração a esse processo de retorno a Deus.
Dessa forma não só alcançaremos a igreja, como também, aqueles que ainda não ouviram falar do Salvador. Devemos entender que somos agentes de transformação. “Deus em nós e através de nós”. Se nada acontecer conosco, nada acontecerá com aqueles que estão em nossa volta. Por isso, busquemos a Deus e a Sua palavra, a fim de vivermos por meio dela e influenciar o nosso tempo.
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6.8).
Isaias exerceu seu ministério por um período de mais de quarenta anos. Nascido de família influente de classe alta era um aristocrata de nascimento, homem bem educado.
Profetizou em Jerusalém sete séculos antes de Jesus e de acordo com a tradição, Isaías foi martirizado, tendo sido serrado pelo meio dentro de um tronco oco (cf. Hb 11.37).

Isaías viveu em tempos difíceis, sobretudo, quando os olhos se abrem tudo muda. A compreensão de mundo que temos nos move. Isso nada mais é do que “como nós exergamos a vida e tudo aquilo que a cerca”. Na vida espiritual não é diferente. Depois de experimentar um verdadeiro encontro com Deus, Isaías teve sua vida mudada e isso trouxe consequências.

É impossível ver a Deus e permanecer do mesmo jeito. Por isso existe princípios importantes na experiência de Isaías que nos ajudará a observar como deve ser o nosso envolvimento com o serviço do reino.

1. ISAÍAS VIU A DEUS (vss.1-4)

Isaías descreve uma teofania, a partir do verso primeiro. Teofania é uma expressão teológica para descrever uma manifestação visível de Deus. Ele viu o Senhor (adonai – soberano) e toda a sua Santidade. Porém isso aconteceu num dado momento no tempo e na história: “No ano da morte do rei Uzias“. E isso foi um divisor de águas em sua experiência pessoal.

Divisor de águas é aquilo que separa, que diferencia. Se diz respeito ao antes e o depois. Assim como Isaías muitos outros tiveram experiências que mudaram suas vidas para sempre. É o caso de Jacó, Moisés, Paulo e tantos outros. Quando experimentamos realmente um encontro genuíno com Deus, nossas vidas são mudadas para sempre. E isso gera testemunho, porque nossos olhos se abrem!

2. ISAÍAS VIU A SI MESMO (v.5)

Ele viu a sua pecaminosidade – “sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios”.
Isaías viveu em dias difíceis, onde o povo havia se tornado infiéis e rebeldes. Como ele mesmo relatou “Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim”(1.2-3).
O povo vivia como as demais nações em orgulho e egoísmo. Haviam perdido o senso de justiça, de amor e de paz, características do reino de Deus, e tentaram estabelecer o seu próprio reino. Isaias se viu como homem indigno diante da Santidade de Deus. Quando enxergamos a Deus enxergaremos nossa pecaminosidade; Quando enxergamos a Deus enxergamos a nossa mediocridade; Quando enxergamos a Deus é impossível continuar vivendo uma falsa espiritualiade.
Qualquer mudança em nós só acontece quando enxergamos nossas falhas. Um verdadeiro retorno a comunhão com Deus é estabelecido quando somos tomados pelo temor ” ai de mim! Estou perdido!”. E isso gera testemunho, porque nossos olhos se abrem!

3. ISAÍAS VIU A GRAÇA DE DEUS (6-7)

No Antigo Testamento não era de qualquer jeito que alguém se aproximava de Deus. Havia um processo de purificação para tornar o homem aceitável diante de Deus.
Esse processo aconteceu com Isaias. O altar (do holocausto) simboliza a purificação pelo sangue, e o fogo simboliza a purificação pelo Espírito.
Isaías experimentou a graça de Cristo sete séculos antes do Filho de Deus demonstrar a sua graça morrendo na cruz em sacrifício para salvação de todos aqueles que haveriam de crer.
A graça cobre multidão de pecados – “… a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado”. Quando conseguimos enxergar a graça de Deus ela trás transformação. Ela torna o mais vil pecador em um santo homem.
A Bíblia nos diz que o pecado gera morte, sobretudo a graça de Deus gera vida. Thomas Brooks disse: “A graça transforma leões em cordeiros, lobos em ovelhas, monstros em homens e homens em anjos“.
A Graça é dom de Deus, apropriado pela fé, (Ef 2.8,9); a qual se origina do trabalho do Espírito Santo na consciência e no coração humano (Jo 15.26), pela revelação da Verdade (Jo 14.6; 1Jo 2.27-29), e a verdade é Cristo Jesus. A graça nos conduz a um caminho sublime. Nos faz ver quem éramos e quem agora somos. E ainda: “nos constrange sem nos constrager ao serviço a Deus”. Tudo isso gera testemunho, porque nossos olhos se abrem!

4. ISAÍAS VIU A MISSÃO (v.8)

Depois da visão de Deus, depois da visão de si mesmo e da visão da GRAÇA DE DEUS. Isaias agora é convocado. Quem há de ir por nós? Disse Isaías: “eis-me aqui, envia-me a mim”. A resposta do profeta foi imediata e demonstra: “Disposição, prontidão mediante o convite de Deus“.
A experiência vivida por Isaías é um testemunho de que o convite para o envolvimento com o serviço do reino de Deus só acontecerá quando nossa concepção de relacionamento com Deus for mudada.
A razão de sermos igreja está diretamente relacionada com a PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO. Assim como Isaías foi chamado para ser profeta e anunciar o designio de Deus, assim também a igreja tem a sua função profética de levar as Boas Novas de salvação para esse mundo rebelde e infiel a Deus. Saber quem é Deus, quem somos nós e o que representa a graça de Deus faz toda a diferença. É impossível depois de experimentar tudo isso e permanecer inerte!

CONCLUSÃO

A voz de Deus continua a ecoar pelos tempos, “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”, e continuará até a volta de Cristo. Deus têm chamando a todos aqueles que verdadeiramente tiveram um encontro genuíno com Ele para essa tarefa. Deus têm chamando todos aqueles que outrora eram pecadores para essa tarefa. Deus têm chamando todos aqueles que foram alcançados por sua graça, para essa maravilhosa tarefa : “A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO”.
Como foi muito bem dito por intermedio do apóstolo Paulo: “Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm 10.13-15).
Como Isaías somos chamados para sermos arautos de Deus. Somos chamados para proclamar e testemunhar todo o conselho de Deus.
Que haja em nós a mesma disposição que houve em Isaías : “Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim”.

Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
Mt 4.1-11

Não existe nada pior na vida do que ter dúvidas a cerca do que fazer. Não saber ao certo o que fazer é um atraso de vida. Perdemos tempo, energia e até aquilo que não podíamos gastar.
O interessante na vida cristã é o fato de que não precisamos realizar manobras para descobri aquilo que devemos realizar. Sabemos qual é o foco para a igreja, a saber, “A PREGAÇÃO DO EVANGELHO DO REINO”.

Assim como na vida cotidiana é imprescindível que saibamos o que fazer e na medida em que identificamos o que fazer, devemos usar todos os nossos esforços para alcançar tal objetivo. Na vida espiritual não é diferente.

Após o batismo, Jesus foi conduzido por Deus ao deserto. Lá Cristo foi experimentado. Épocas de tentação vêm da parte do Senhor a fim de que sejamos fortalecidos e ajudados. Ainda que Deus não tente ninguém (Tg 1.13), as tentações que sofremos estão incluídas no soberano plano de Deus para o nosso bem. Se vencermos, seremos fortalecidos, se sucumbirmos, reconheceremos mais claramente a necessidade que temos de mais santificação e graça.

Jesus permaneceu 40 dias, jejuando no deserto. Esse fato nos lembra da peregrinação de Israel. O povo de Deus havia peregrinado durante 40 anos no deserto por causa da sua infidelidade (Nm 14.33-34). O propósito de Deus nessa peregrinação era “provar, para saber o que estava no coração de seu povo, se guardaria ou não os mandamentos do Senhor”.

Jesus sabia qual era a sua missão e não se desviou dela. No deserto, Jesus teve diversas “oportunidades de negócios” situações que não se relacionavam com o seu propósito.
Aqui está alguém dotado de poder ilimitado – ele poderia ter feito qualquer coisa – sobretudo, Jesus se manteve FIEL A SUA MISSÃO.

Como cristãos devemos ter olhos no alvo e não nos obstáculos que estão adiante de nós. A verdade é que, seremos provados, sobretudo, as provações que enfrentaremos tem o objetivo de nos aprovar diante de Deus. Por isso: quer venha os desertos da vida, a escassez de recursos materiais e até mesmo a ausência das pessoas, prossigamos para o alvo “A GLÓRIA DE DEUS”.

Publicado por: Pr. Alexandre Rodrigues de Souza

Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (Isaías 7.14).

Profecia realizada sete séculos antes da vinda do Messias o filho de Deus. Nome figurado da criança que ia nascer pela promessa que Deus fez ao rei Acaz por meio do profeta Isaías.
Esse nome indicava que Deus estaria presente no meio do seu povo (Is 7.13-14). Essa profecia se cumpriu primeiro, de modo parcial, com o nascimento de Ezequias e depois, de modo completo, com o nascimento de Jesus Cristo (Mt 1.23).

Acaz foi sucessor de seu pai Jotão, e reinou 16 anos em Judá. Seu governo foi caracterizado por muitos problemas (2 Rs 16.2);
Acaz ganhou essa reputação por aprovar a colocação das imagens dos ídolos assírios no Templo de Jerusalém (2 Rs 16.10-16);
Ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco e foi responsável por um sincretismo religioso tão profundo com outras religiões que essas assumiram uma forma peculiar em Judá.

Portanto tendo em vista todas essas informações, concluímos que Acaz reflete uma sociedade corrompida, depravada, idólatra e sem Deus. Aprendemos aqui um principio importantíssimo sobre “A MISSÃO DA IGREJA”, revelada na manifestação do Emanuel.

Emanuel = ” Deus conosco” ou “conosco está Deus”.

A Igreja tem a grande tarefa de testemunhar do Emanuel para o mundo. Mundo esse, que se encontra em trevas, corrompido, mergulhado no caos.
A igreja precisa entender seu papel missionário. Para isso, é necessário sair do comodismo e trabalhar.
Cristo é o Deus presente, que veio salvar a todos aqueles que se encontram perdido, sobretudo, somos nós que temos a “missão de fazê-lo presente”.
É tarefa nossa, por meio do testemunho do Evangelho, torná-lo conhecido a todos os povos, línguas e nações. Pois, a razão de sermos igreja de Jesus está vinculada com A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO, sem isso, somos qualquer uma outra coisa, menos igreja.
Que o Espírito Santo nos desperte de tal modo, para que estejamos todos envolvidos como trabalhadores nessa grande seara.

Publicado por: Pr. Alexandre Rodrigues de Souza
E-mail: alexandrersouza@yahoo.com.br


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"O propósito desta página é ajudar àqueles que amam a Deus e Sua Palavra, auxiliando todos os que estão envolvidos direto ou indiretamente em atividades ministeriais"

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"A distinção entre as ações virtuosas e pecaminosas foi gravada pelo Senhor no coração de todos os homens". João Calvino

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