Kerygma

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DISCIPULADO – ESTUDO Nº 6
O PERDÃO DE DEUS
Uma das maravilhosas promessas de Deus que encontramos na Bíblia é a do perdão dos pecados. Verifique o que diz I João 1:7: “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. Perdão é como se Deus apagasse todos os nossos pecados escritos numa folha e nos desse essa folha em branco. Há os pecados que cometemos antes da conversão e há aqueles quer cometeremos depois. E daí? Como é que fica a nossa situação? Creio que Efésios 2:1-10 nos ajuda a resolver a questão.
1. A NOSSA SITUAÇÃO ANTES DA CONVERSÃO – Efésios 2:1-3
Estes versículos descrevem a vida da pessoa sem Cristo:
1.1. “Éramos por natureza filhos da ira, como também os demais” – v.3.
– Todos temos uma natureza pecaminosa e cometemos pecado – Salmo 51:5;
58:3 e Romanos 3:10-23.
1.2. Todos estão mortos nos delitos e pecados – v.1
– Delito significa transgressão aos princípios de Deus.
– Pecado é não atingir o padrão exigido por Deus.
1.3. O procedimento da pessoa sem Cristo é determinado:
a) Pelos padrões do mundo (sistema mundial funcionando contra tudo o que é verdadeiro em
Jesus Cristo);
b) Pelo príncipe da potestade do ar (o diabo);
c) Pelo espírito que atua nos filhos da desobediência;
d) Pelas inclinações (maneira de pensar) da carne (princípio pecaminoso que opera em nós) e
dos pensamentos: vida centralizada em si mesmo e independente de Deus, Fil 4:8-9.
1.4. O fruto produzido por este tipo de vida – Gálatas 5:19-21.
2. O QUE ACONTECE NA CONVERSÃO – Efésios 2:4-9
2.1. A conversão acontece quando o homem se arrepende dos seus pecados e pela fé aceita aquilo
que Deus fez em Cristo por ele.
2.2. A nova vida é concedida por causa da misericórdia, amor e graça de Deus v.4 e 5.
2.3. As boas obras não valem nada para a salvação porque, tendo a vida descrita nos versos 1 a 3,
não podemos fazer nada de bom – v.8-9.
2.4. Deus nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais – v.6e7. Isso implica que:
a) Temos uma nova vida – II Coríntios 5:17 – O passado ficou para trás. Não importa o que
fomos, mas sim o que somos. Veja I Cor.6:9-11
b) Todos os nossos pecados foram perdoados – Jeremias 31:34 e Salmos103:12.
c) Temos uma nova posição em Cristo: somos filhos de Deus (joão 1:12) e não mais filhos
do diabo (João 8:44).
3.A VIDA DEPOIS DA CONVERSÃO – Efésios 2:10
3.1. Somos feitura de Deus (no original a palavra é poema), criados em Cristo Jesus.
3.2. A vida nova é caracterizada por boas obras
– Boa obra é tudo que fazemos em Cristo
– A vida da pessoa sem Cristo não pode produzir boas obras do ponto de vista de
Deus.
3.3. Outras características da nova vida:
a) É eterna – João 3:16
b) É de vitória – I João 3:8
c) É garantida por Deus – Tito 1:2
d) É abundante (vale a pena ser vivida) – João 10:10
e) É selada com o Espírito Santo – Efésios 1:13-14 e 4:30
f) É de dificuldades – Mateus 10:38 e João 16:33
g) Tem a presença de Jesus – Mateus 28:18-20
“Estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos”.
h) É de obediência total a Cristo – João 14;21.
3.4. O fruto da nova vida: Gálatas 5:22-23
3.5. E daí? E a questão dos pecados como é que fica?
a) Antes da conversão, conforme vimos, foram perdoados, apagados pelo sangue de Cristo.
Entretanto, há coisas no passado que, se for o caso, precisam ser acertadas, tais como:
– Dívidas – Lucas 19:1-10 e Romanos 13:8
– Ídolos – toda e qualquer ligação com o demônio precisa ser destruida – I Tes 5:8; Deut.5:8
e Atos 19:18-19.
– Manter uma consciência limpa – I Timóteo 1:18-20. Isso significa acertar a sua vida com as
pessoas que você ofendeu. São coisas que, mesmo após a conversão, ainda estão gravadas
na sua consciência.
– Toda atividade que fere diretamente princípios da Palavra de Deus deve ser abandonado.
b) Depois da conversão
– Continuamos com a natureza pecaminosa (Gálatas 5:16-17), por isso trava-se uma batalha
espiritual dentro de nós.
– O pecado (natureza velha ou pecaminosa) não pode reinar sobre nós – Romanos 6:12.
– O plano de Deus é que não pequemos mais – I Jo 2:1.
– Se, porém pecarmos, temos os recursos de Deus – I João 2:1.
– O que fazer?
Arrepender-se do pecado cometido – Apoc. 2:5
Confessar o pecado a Deus – I João 1:9
Abandonar o pecado – Provérbios 28:13
Acertar com a (s) pessoa (s) que porventura foi (foram) ofendida (s) – Rom 12:17-18.
CONCLUSÃO
Agradeçamos a Deus porque Jesus carregou na cruz as nossas doenças, dores, transgressões e pecados ( Isaías 53:4-5). Toda honra e glória damos a Jesus Cristo.
PARA ESTUDO E MEDITAÇÃO

1. Dê a sua definição de perdão:

2. Qual é a base que temos para o perdão dos nossos pecados?Mateus 26:28;Efésios 1:7 e IJo 1:7?

3. Após a conversão, cessamos automaticamente de pecar? ( ) sim ( ) não
Por quê?

Confira a sua resposta com I João 1:8,10 e 2:1

4. Após a conversão, o pecado é ma coisa praticada hábitualmente.
( ) sim ( ) não
Confira a sua resposta com Romanos 6:14 e I João 3:9.

5. Quais são algumas consequências de pecados não confessados? (Provérbios 28:13; I Pedro 3:7)

6. O que devemos fazer para que Deus nos perdoe? I João 1:9

7. A quem devemos confessar os nossos pecados? Salmo 32:5

8. Além de confessar os pecados, o que devemos fazer? Prov. 28:13

9. Se já experimetnamos o perdão de Deus, qual deve ser a nossa atitude para com outras pessoas? Efésios 4:32

10. Se não perdoamos os outros, qual será o resultado em nossa vida? Mateus 6:15.

11. Leia Hebreus 12:14,15 e responda às seguintes perguntas:
a) Qual a ordem de Deus quanto ao nosso relacionamento com outras pessoas?

b) Qual é o caminho para vermos o Senhor?

c) Dê a sua definição de santificação:
d) O que a amargura faz?
a nós
aos outros
12. O que a pessoa amargura deve fazer? Efésios 4:32

Nota: a maneira de jogar fora a amargura é confessar este pecado a Deus ( I João 1:9), perdoar a pessoa contra a qual estávamos amargurados e passar a amá-la. Como fazer isso? Só no poder de Jesus Cristo que agora vive a Sua vida em nós ( Gálatas 2:20 ).
13. Há alguma (s) pessoa (s) que você não consegue perdoar? ( ) sim ( ) não

14. Se você respondeu sim, você está disposto (a) a pedir a misericórdia de Deus para que Ele lhe dê poder e capacidade para perdoar?
( ) sim ( ) não
Se respondeu sim, você quer fazer isso agora mesmo?

PARA MEMORIZAR

“Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a
malícia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros como também Deus em Cristo vos perdoou” (Efésios 4:31-32).
PARA PRATICAR

1. Escreva numa folha de papel os pecados ainda não confessados. Confesse-os a Deus e escreva sobre a folha: “COBERTOS COM O SANGUE DE JESUS”. Após isso, queime a folha e agradeça a Deus pelo Seu perdão.
2. Se você fez o que está no item 14, dirija-se à pessoa com quem você estava amargurado e perdoe-lhe. Não faça críticas, não discuta, nem argumente. Simplesmente diga o seguinte: “Eu estava amargurado com você, mas Deus limpou meu coração.” Pela graça de Deus, procure demonstrar esse perdão através de sua vida: atitudes, comportamento, palavras, etc.

LEITURA BÍBLICA

Lucas 23: A crucificação de Jesus. O sangue de Jesus derramado por nós é a base do nosso perdão.

Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
Bibliografia: Apostila de discipulado IEPSUM

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Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra
(Gênesis 12.1-3)

Nas Escrituras são acordos solenes, negociados ou impostos unilateralmente, que ligam as partes umas às outras em relações permanentes, definidas, com promessas específicas, com reivindicações e obrigações de ambos os lados (p. ex., a aliança do casamento, em Ml 2.14).

Quando Deus faz uma aliança com suas criaturas, só ele estabelece as condições, como mostra sua aliança com Noé e seus descendentes (Gn 9.9). Quando Adão e Eva fracassaram em obedecer os termos da aliança das obras (ver Gn 3.6 ), Deus não os destruiu, mas revelou a sua aliança da graça, prometendo-lhes um Salvador (Gn 3.15).

A aliança de Deus descansa sobre sua promessa, como fica claro da sua aliança com Abraão. Ele chamou Abraão para ir à terra que ele lhe daria e prometeu abençoá-lo e a todas as famílias da terra através dele (Gn 12.1-3). Abraão atendeu a chamada de Deus, porque creu na promessa de Deus; foi a sua fé na promessa de Deus que lhe foi creditada como justiça (Gn 15.6; Rm 4.18-22). A aliança de Deus com Israel, no Sinai, está na forma dos tratados de suserania do antigo Oriente Próximo. Estas são alianças impostas unilateralmente por um rei poderoso sobre um rei vassalo e um povo servo.

Ainda que a aliança do Sinai exigisse obediência às leis de Deus, sob a ameaça de maldição, ela era uma continuação da aliança da graça (Êx 3.15; Dt 7.7-8; 9.5-6). Deus deu os mandamentos a um povo que ele já havia redimido e reivindicado como seu (Êx 19.4; 20.2). A graciosa promessa da aliança de Deus foi posteriormente definida por meio de tipos e sombras da lei dada a Moisés. O fracasso dos israelitas em guardar a aliança de Deus mostrou a necessidade de uma nova aliança que assegurasse o poder para obedecer (Jr 31.31-34; 32.38-40; cf. Gn 17.7; Êx 6.7; 29.45-46; Lv 11.44-45; 26.12).

A aliança de Deus com Israel foi uma preparação para a vinda do próprio Deus, na pessoa do seu Filho, para cumprir todas as suas promessas e para dar substância às sombras apresentadas pelos tipos (Is 40.10; Ml 3.1; Jo 1.14; Hb 7-10). Jesus Cristo, o Mediador da nova aliança, ofereceu-se a si mesmo como o verdadeiro e definitivo sacrifício pelo pecado. Ele obedeceu à lei de modo perfeito e, como o segundo Adão (segundo representante da raça humana), ele se tornou o herdeiro – com todos os que pela fé se unem a ele – de todas as bênçãos relativas à aliança, paz e comunhão com Deus na sua criação renovada. Os arranjos temporários do Antigo Testamento para comunicar essas bênçãos tornaram-se obsoletos, quando se concretizou aquilo que eles prefiguravam.

Como a Carta aos Hebreus (caps. 7-10) explica, através de Cristo, Deus inaugurou uma melhor versão da sua úncia e eterna aliança com pecadores (Hb 13.20) – uma aliança melhor com melhores promessas (Hb 8.6), baseada num melhor sacrifício (Hb 9.23) oferecido por um melhor sumo sacerdote num melhor santuário (Hb 7.26-8.6,11,13). Essa melhor aliança garante uma esperança melhor do que aquela explicitada na versão anterior da aliança – glória com Deus numa “pátria superior, isto é, celetial” (Hb 11.16; cf. v. 40).

O cumprimento da velha aliança em Cristo abre a porta da fé aos gentios. A “semente de Abraão” – a comunidade com a qual a aliança foi feita – foi redefinida em Cristo, que é a Semente final e definitiva de Abraão (Gl 3.16). Os gentios e os judeus que se unem a Cristo pela fé tornam-se nele semente de Abraão (Gl 3.26-29), ao passo que ninguém, fora de Cristo, pode estar num relacionamento salvador de aliança com Deus (Rm 9.9-11; 11.13-14).

O objetivo da ação de Deus dentro da aliança é, como sempre foi, a reunião e a santificação do povo da aliança vindo de “todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7.9), que um dia habitarão a Nova Jerusalém, numa ordem mundial renovada (Ap 21.1-2). Aqui, o relacionamento da aliança encontrará a sua plena expressão – “Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles” (Ap 21.3; cf. Gn 17.7). Deus continua a moldar os eventos do mundo rumo a esse alvo.

A estrutura da aliança abrange toda a economia da graça soberana de Deus. O ministério celestial de Cristo continua a ser o de “Mediador da nova aliança” (Hb 12.24). A salvação é a salvação da aliança; regeneração, justificação, adoração e santificação são misericóridas da aliança; a eleição foi a escolha de Deus dos membros da comundiade da aliança, que é a Igreja. O Batismo e a Ceia do Senhor – que correspondem aos ritos da circuncisão e da Páscoa da antiga aliança e os substituem, são ordenanças da aliança. A lei de Deus é a lei da aliança, e observá-la é a mais verdadeira expressão de gratidão pela graça da aliança e de lealdade ao nosso Deus da aliança. A nossa aliança com Deus, em resposta à sua aliança conosco, deve ser o exercício devocional regular de todos os crentes, tanto em particular como na Mesa do Senhor. Uma compreensão da aliança da graça nos conduz através de todas as maravilhas do amor redentor de Deus e nos ajuda a apreciá-las.
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza

Bibliografia: Bíblia de Genebra

UM DIA VOCÊ E EU COMPARECEREMOS PERANTE DEUS
Você consegue pensar em algo mais sério do que isto? Não pense, nem por um momento, que você poderá evitar este encontro. Deus já nos avisou “. . . Aos homens esta ordenado MORREREM UMA VEZ, vindo depois disto O JUIZO” (Hebreus 9:27). Quão horrível será aquele dia para aqueles que tiverem rejeitado o Senhor Jesus Cristo! “Como escaparemos NÓS, se não atentarmos para uma tão grande salvação …” (Hebreus 2:3). Observe cuidadosamente como você pode preparar-se para se encontrar com Deus.

NINGUÉM É JUSTO

Aqui está a maneira como Deus vê a raça humana: “Como está escrito: NÃO HÁ UM JUSTO, nenhum sequer” (Romanos 3:10). NENHUM! “Porque TODOS PECARAM e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:23). Caro amigo, ninguém procura um médico até perceber que está doente, e ninguém busca o Salvador até perceber que é um pecador. Você está pronto para ADMITIR PARA DEUS E PARA VOCÊ MESMO que VOCÊ é um PECADOR perante a vista de um Deus santo?

OS INJUSTOS NÃO PODEM IR PARA O CÉU

“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?” (I Coríntios 6:9). “Os ímpios serão lançados no inferno, e todas a nações que se esquecem de Deus.” (Salmos 9:17). Não há NENHUMA MANEIRA através pela qual você possa entrar no céu divino, até que alguma coisa seja feita a respeito do seu pecado.

VOCÊ NÃO PODE CRIAR A SUA PRÓPRIA JUSTIÇA

“Porquanto, não conhecendo a JUSTIÇA DE DEUS, e procurando estabelecer a SUA PRÓPRIA JUSTIÇA, não se sujeitaram à JUSTIÇA DE DEUS.” (Romanos 10:13).
Caro amigo ser membro de uma igreja, ser batizado, ajudar aos pobres, viver uma vida moralmente correta, não pode torna-lo justo perante Deus.
VOCÊ PODE SER JUSTO ATRAVÉS DE JESUS

“Aquele (Deus) que não conheceu o pecado, o fez (Jesus) pecado por nós; para que NELE FÔSSEMOS feitos justiça de Deus.” (II Coríntios 5:21). “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o JUSTO pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado (tornado vivo) pelo Espírito.” (I Pedro 3:18). Como Deus nos ama! Ele permitiu o Seu próprio Filho ser crucificado em uma cruz tão cruel, para que fôssemos salvos.
VOCÊ PODE TER A JUSTIÇADE DEUS AGORA MESMO

“Porque o fim da lei é Cristo para a justiça de TODO AQUELE que CRÊ, a saber, se ccom a tua boca COFESSARES ao Senhor Jesus, e em teu coração CRERES que Deus O ressuscitou dos mortos, serás salvo . . . Porque TODO AQUELE que INVOCAR O NOME DO SENHOR será SALVO.” (Romanos 10:4, 9, 13).

Sua ALMA eterna é uma coisa que você NÃO DEVE PERDER! Não perca nem mais um segundo longe de Jesus Cristo. Ele o AMOU o suficiente para MORRER por você. Ele ESTÁ BATENDO á porta do seu coração neste momento e PEDE PARA ENTRAR. Observe, mais uma vez, a Sua promessa maravilhosa! “POQUE TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DO SENHOR SERÁ SALVO.” AFASTE-SE DO PECADO E RECEBA O SENHOR JESUS CRISTO AGORA MESMO.

LEIA a oração seguinte e depois ABAIXE a sua cabeça e, sinceramente, INVOQUE o nome do Senhor para perdoá-lo e salvá-lo.

“Querido Senhor, confesso que sou um PECADOR CULPADO e que PRECISO SER SALVO. Creio que JESUS MORREU na cruz para PAGAR O MEU DÉBITO COM O PECADO. Por favor, PRDOA OS MEUS PECADOS, ENTRA no MEU CORAÇÃO e SALVA A MINHA ALMA. AGORA MESMO RECEBO JESUS como meu Salvador.”
Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
MODELO DE EVANGELIZAÇÃO PESSOAL
1) DEUS O AMA E TEM UM PLANO MARAVILHOSO PARA A SUA VIDA.

O amor de Deus – João 3.16
O plano de Deus – João 10.10

2) O HOMEM É PECADOR, ESTÁ SEPARADO DE DEUS: POR ISTO NÃO PODE EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.

O homem é pecador – Rm 3.23
O homem está separado de Deus – Rm 6.23

3) JESUS CRISTO É A ÚNICA PROVISÃO DE DEUS PARA O PECADO DO HOMEM. POR MEIO DELE VOCÊ PODE CONHECER O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA A SUA VIDA.
Ele morreu em nosso lugar – Rm 5.8
Ele ressuscitou dentre os mortos – 1Co 15.3-6
Ele é o único caminho – João 14.6

4) PRECISAMOS RECEBER A JESUS CRISTO COMO SALVADOR E SENHOR POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL. ENTÃO PODEREMOS CONHECER E EXPERIMENTAR O AMOR E O PLANO DE DEUS PARA NOSSA VIDA.

Precisamos receber a Cristo – João 1.12
Precisamos receber a Cristo pela fé – Efésios 2.8-9
Recebemos a Cristo por meio de um convite pessoal – Ap. 3.20

Publicado por: Pr. Alexandre Rodrigues de Souza

DISCIPULADO – ESTUDO Nº1
CONVICÇÃO DE SALVAÇÃO
É fundamental que tenhamos convição em nossa vida. A Bíblia garante que podemos ter convição da vida eterna. Sem esta convição é impossível viver a vida cristã. Ao fazer o estudo, examine como está a sua convição à luz da Palavra de Deus.
1. NECESSIDADES PARA QUE ALGUÉM SEJA SALVO

1.1 Arrepender-se dos seus pecados – Atos 20:21.
Todos são pecadores (Romanos 3:23) e precisam de arrependimento.
1.2 Colocar a fé em Jesus Cristo – Atos 20:21.
A fé não deve ser colocada em coisas, religião, obras, sentimentos,
pessoas, méritos próprios, etc., mas em Cristo.
Jesus levou na cruz os nossos pecados – (I Pedro 2:24).
Ele é o único que pode nos salvar – (I Timóteo 2:5).
1.3 Entregar a vida a Jesus Cristo – João 1:12.
É Deus quem nos dá a salvação inteiramente de GRAÇA. Somos salvos pela bondade e misericórdia de Deus, sem qualquer mérito de nossa parte (veja Efésios 2:8-9 e Tito 3:4-5). O homem precisa, diante da oferta de Deus, reconhecer que sem Jesus está perdido, desejar mudar de vida, arrepender-se dos seus pecados e, pela fé, através de uma oração, entregar totalmente a sua vida a Jesus Cristo.
2. BENEFÍCIOS RECEBIDOS POR ALGUÉM QUE NASCE DE NOVO
2.1 Os seus pecados são perdoados (I João 1:9).
2.2 Torna-se filho de Deus (João 1:12 e Gálatas 3:26).
2.3 Passa a pertencer à família de Deus (Efésios 2:19).
2.4 É justificado (declarado justo por Deus – Romanos 5:1).
2.5 Passa a ter paz com Deus (Romanos 5:1).
2.6 Fica livre da condenação (Romanos 8:1 e João5:24).
2.7 Recebe uma nova vida (novos propósitos, hábitos, comportamentos, nova maneira de pensar, etc. II Coríntios 5:17 e Efésios 2:1).

3. PODEMOS TER CERTEZA DA VIDA ETERNA
Leia cuidadosamente os versículos abaixo e observe em que tempo está o verbo:
João 3:18. ________________________________________________________.
João 5:24. ________________________________________________________.
I João 5:12. _______________________________________________________.

(Os versículos acima falam de uma realidade presente).

4. PODEMOS AFIRMAR QUE TEMOS A VIDA ETERNA PELAS SEGUINTES RAZÕES

4.1 Deus não mente (Tito 1:2).
4.2 O Espírito Santo confirma isso:
Romanos 8.16 – O Espírito Santo testifica com nosso espírito.
Efésios 1:13-14 – Somos selados com o Espírito Santo.
I João 4:13 – O Espírito Santo nos foi doado.
4.3. Pela transformação de vida produzida em nós por Jesus Cristo – Os dois textos seguintes mostram o que as pessoas eram e o que passaram a ser:

O QUE ERAM?
I Coríntios 6.9-10 (Tais pessoas não podem entrar no reino de Deus)
Tito3.3

O QUE PASSARAM A SER?
I Coríntios 6.11; Tito 3.4-7.
Reflita! De que lado você está?
5. EVIDÊNCIAS NA VIDA DE QUEM JÁ NASCEU DE NOVO
5.1 Desejo de conhecer e praticar a Palavra de Deus (I Pedro 2:2; I João 2:3-5).
A Bíblia é o leite genuíno que dá o crescimento firme.
5.2 Procura seguir o exemplo de Cristo (viver como Ele viveu I João 2:6 e I Pedro 2:21).
5.3 Não vive praticando o pecado (a sua vida foi transformada I João 3:6-10).
5.4 Procura falar de Jesus a outras pessoas (Atos 4:20).
A experiência tem mostrado que quanto mais a pessoa demora para falar de Jesus, mais dificuldade ela terá. Por isso é importante falar de Jesus logo após a sua aceitação.
5.5 Mantém comunhão com Deus (I João 1:3).
Permanece ligado à videira – João 15:5.
6.6 Ama a seu irmão e vive em comunhão com ele (I João 3:13-18)
A igreja é a maneira que Deus providenciou para que possamos viver em comunhão uns com os outros.
6. A CONTINUIDADE DA NOVA VIDA – Filipenses 2:12
O novo nascimento é o início da v ida com Deus. A nova vida recebida de Deus precisa ser desenvolvida. Recebemos a salvação pela graça de Deus. A vida cristã também só pode ser vivida pela graça de Deus. Deus já providenciou tudo para que possamos ter vitória. A chave para o crescimento é OBEDIÊNCIA TOTAL à Palavra de Deus.

CONCLUSÃO
Deus não nos salva para uma vida inativa e infrutífera (João 15:16). Comece desde já a servir. Estude a Palavra de Deus. Fale com outras pessoas que você é uma nova criatura em Cristo Jesus. Reúna-se com seus irmãos para adorar a Deus, estudar a Bíblia e viver em comunhão.
PARA ESTUDO E MEDITAÇÃO

Baseie as suas respostas nos textos bíblicos que seguem à pergunta:

1 . Qual a situação da pessoa em Cristo? Efésios 2:1

2. Dê uma definição de pecado:

3. O que o pecado faz entre o homem e Deus? Isaías 59:2

4. De acordo com Romanos 3:10-12 e 23 – assinale a correta:

( ) Ninguém é pecador, ou seja, todos nasceram bons e continuam bons;
( ) Alguns são pecadores e outros não;
( ) Alguns são religiosos e por isso são menos pecadores do que os outros;
( ) Todos, indistintamente, são pecadores e não há ninguém bom.
5. Qual é o único meio de quebrar a barreira que existe entre o homem e Deus? (João 14:6 e Atos 4:12)
6. Como a pessoa pode ser salva?
Atos 3:19:
João 1:12:

7. Quanto às boas obras – assinale as alternativas corretas:
( ) Elas ajudam na salvação;
( ) Elas não têm valor algum para a salvação;
( ) Só poderemos ser salvos se tivermos fé em Deus e praticarmos boas obras;
( ) Só as pessoas que foram criadas (feitas novas) em Cristo é que, de fato,
podem prtaticar boas obras. (Confira a sua resposta com Efésios 2:8-10 e Tito 3:5)
8. Você tem certeza de que está salvo?
( ) Sim ( ) Não Por quê?
9. Porque Jesus deve ser o Senhor da sua vida? (I Coríntios 6:19-20)

10. O que acoantece com a pessoa no momento em que crê em Cristo? (Efésios 1:13)

11. De acordo com Colossenses 3:1-2, quais são as ordens para as pessoas que já foram ressuscitadas com Cristo, isto é, já nasceram de novo?
1)
2)
O que significa isso?
1)
2)

PARA MEMORIZAR

Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (João 5:24)

PARA PRATICAR

O novo nascimento ocorre quando a pessoa arrepende dos seus pecados e, pela fé, aceita Jesus Cristo. Se você já nasceu de novo, conte isso para outras pessoas. Fale como era a sua vida sem Jesus e como ela está agora com Jesus. Lembre-se que você é o que é pela graça de Deus.

LEITURA BÍBLICA

Leia a carta de João e procure descobrir o que caracteriza a pessoas que já nasceu de novo, ou seja, a pessoa que conhece Deus e que nasceu de Deus.

Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
Bibliografia: Apostila de Discipulado IEPSUM

Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto
e comeu e deu também ao marido,
e ele comeu” (Gn 3.6).

Na carta aos Romanos, Paulo afirma que toda a humanidade está por natureza sob a culpa e o poder do pecado, sob o reino da morte e sob a inescapável ira de Deus (Rm 1.18-19; 3.9, 19; 5.17, 21). Ele relaciona a origem desse estado ao pecado de um homem – Adão -, que ele descreve como nosso ancestral comum (At 17.26; Rm 5.12-14; cf. 1 Co 15.22). Paulo, como apóstolo, deu sua interpretação autorizada à história registrada em Gn 3, onde encontramos a narrativa da queda, a desobediência humana original, que afastou o homem de Deus e da santidade, e lançou-o no pecado e na perdição. Os principais pontos dessa história, vista pelas lentes da interpretação de Paulo são:

  1. Deus fez do primeiro homem o representante de toda a sua posteridade, exatamente do mesmo modo como faria de Cristo o representante de todos os eleitos de Deus (Rm 5.15-19; cf. 8.29-30; 9.22-26). Em ambos os casos, o representante envolveu aqueles a quem representou nos resultados de sua ação pessoal, quer para o bem (no caso de Cristo), quer para o mal (no caso de Adão). Esse arranjo divinamente estabelecido, pelo qual Adão determinou o destino de seus descendentes, tem sido chamados de a “aliança das obras”, ainda que essa frase não ocorra nas Escrituras.
  2. Deus colocou Adão num estado de felicidade e prometeu a ele e a sua posteridade confirmá-los nesse estado permanentemente se, nesse estado, Adão mostrasse fidelidade, obedecendo ao mandamento de Deus, não comendo da árvore descrita como a “árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2.17). Aparentemente, a questão era se Adão aceitaria Deus determinar o que era bom e mal ou se procuraria decidir isso por si mesmo, independentemente do que Deus lhe tinha dito.
  3. Adão, levado por Eva – que por sua vez foi induzida pela serpente (Satanás disfarçado, 2 Co 11.3,14; Ap 12.9) – afrontou a Deus comendo do fruto proibido. Como consequência, primeiro de tudo, a disposição mental que se opõe a Deus e se engrandece a si mesmo, expressa no pecado de Adão, tornou-se parte dele e da natureza moral que ele transmitiu aos seus descendentes (Gn 6.5; Rm 3.9-20). Em segundo lugar, Adão e Eva foram dominados por um senso de profanação e culpa, que os levou a ter vergonha e medo de Deus – com justificada razão. Em terceiro lugar, eles foram amaldiçoados com expectação de sofrimento e morte e foram expulsos do Édem. Ao mesmo tempo, contudo, Deus começou a mostrar-lhes graça salvadora. Fez para eles vestimenta para cobrir sua nudez e prometeu-lhes que, um dia, a Semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Essa promessa prenunciou a Cristo.

Ainda que essa história, de certo modo, seja contada em estilo figurado, o Livro de Gênesis pede-nos que a leiamos como história. No Gênesis, Adão está ligado aos patriarcas e, através deles, por genealogia, ao resto da raça humana (caps. 5; 10-11), fazendo dele uma parte da história, tanto quando Abraão, Isaque e Jacó. Todas as principais personalidades do Livro de Gênesis, depois de Adão – exceto José – são mostradas claramente como pecadores de um modo ou de outro, e a morte de José, como a morte de quase todos os outros na história, é cuidadosamente registrada (Gn 50.22-26). A afirmação de Paulo: “em Adão, todos morrem” (1 Co 15.22) só torna explícito aquilo que o Gênesis já deixa claramente implícito.

É razoável afirmar que a narrativa da queda sozinha dá uma explicação convincente para a pervesão da natuareza humana. Pascal disse que a doutrina do pecado original parece uma ofensa à razão, porém, uma vez aceita, dá sentido total à condição humana. Ele estava certo; e a mesma coisa poderia e deveria ser dita a respeito da própria narrativa da queda.

Publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza
Bibliografia: Bíblia de Genebra

A Graça é dom de Deus, apropriado pela fé, que também é Graça (Ef 2.8,9), pois, é também dom de Deus (At 11.18; 2Tm 2.25); a qual se origina do trabalho do Espírito Santo na consciência-coração humano (Jo 15.26), pela revelação da Verdade (Jo 14.6; 1Jo 2.27-29), que é Cristo Jesus;

O qual é o Princípio e o Fim – Alfa e Ômega – de toda relação de Deus com a criação e todas as criaturas (Rm 8.18-25; Cl 1.15-20; Ef 1.10,22; Ap 1.8), visto que Ele se-fez-foi-feito-em-si-mesmo (Jo 10.18; 1Co 15.27,28) o Cordeiro imolado antecipadamente pela culpa da criatura e de toda criação, antes da fundação do mundo (1Pe 1.19,20);

Sendo que, entre os homens, Sua manifestação histórica se realizou na Sua encarnação, morte, ressurreição e ascensão acima de todas as coisas (Fp 2.9); e, foi Ele, o Cordeiro de Deus, quem estabeleceu que por Sua Graça se pode ter Vida (Rm 8.2; Jo 10.10);

E, isto, não é tão somente algo que se manifesta dos céus para a terra, mas também entre os humanos na forma de duas tomadas de consciência: a primeira é que quem recebeu Graça não nega Graça, pois, quem foi perdoado tem que perdoar (Mt 6.12);

E, em segundo lugar, mediante a cessação dos julgamentos entre os homens, visto que, quem foi absolvido pela Graça de Cristo já não se oferece para ser juiz do próximo (Mt 7.1,2; 18.21-35); antes pelo contrário, tal percepção induz a caminhar na prática das obras preparadas de antemão para que andássemos nelas (Ef 2.10), sendo sua maior expressão o amor com que devemos nos amar uns aos outros (Rm 13.10);

E, sendo assim, para tais pessoas, guiadas pelo Espírito da Graça, a germinação de seus corações na fé em Jesus, gera o fruto do Espírito que torna toda Lei obsoleta e desnecessária para a consciência que recebeu a revelação do Evangelho (Gl 5.23). O resto é invenção humana para diminuir a Loucura da Cruz e o Escândalo da Graça (1Co 1.18-23).

publicado por: Pr. Alexandre R. de Souza

Bibliografia: O Enigma da Graça, Caio Fabio, Editora Prólogos
Texto também disponível no endereço: http://www.blogdocaminho.com.br/

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